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Adepol denuncia falhas no serviço de internet e telefonia no Amapá PDF Imprimir E-mail
Escrito por Administrator   
Qui, 06 de Novembro de 2014 15:33

Na tarde desta quarta-feira, 05 de novembro de 2014, o Delegado SÁVIO PINTO, Presidente da Adepol-AP, protocolou junto à Delegacia de Defesa do Consumidor (DECOM) dois ofícios nos quais solicita abertura de investigação criminal com relação a dois fatos.

 

 

O primeiro fato diz respeito às constantes falhas e colapsos no sistema de telefonia móvel - celular (de TODAS as operadoras em atuação no Amapá) que presta serviço no Estado do Amapá. Argumentou SÁVIO PINTO, em seu documento postulatório, que não é novidade que os serviços de telefonia móvel prestados no Amapá são de péssima qualidade. Sustentou ainda que tanto as empresas e seus dirigentes, assim como os funcionários públicos da agência reguladora do governo federal (Anatel), os quais deveriam velar pela qualidade do serviço prestado aos milhares de consumidores, teriam que ser investigados, alguns por ação e outros por omissão.

 

 

O segundo fato, também referente a lesões aos consumidores amapaenses, relaciona-se com os serviços de internet prometidos e efetivamente entregues aos consumidores por operadoras privadas. O Presidente da Adepol-AP solicitou que a Dra. IZABEL CRISTINA, Delegada Titular da Decom, também inicie uma criteriosa investigação criminal a respeito desse fato, uma vez que o próprio Delegado e a Associação de Delegados se sentem, assim como milhares de consumidores tucujus, lesados por planos de internet que prometem uma coisa, mas parecem entregar outra.

 

O Delegado SÁVIO foi recebido pela Dra. IZABEL CRISTINA a qual prometeu ao Presidente da Adepol-AP envidar todos os esforços no sentido de ouvir os representantes das empresas envolvidas no Estado do Amapá, ouvir consumidores que se sentem lesados, ouvir os funcionários da Anatel no Amapá e solicitar uma perícia (mesmo que tenha que pedir apoio de peritos federais) para saber se o sistema logístico dessas empresas tem a capacidade de prestar o serviço que é propagandeado pelas chamativas publicidades empresariais ou se está havendo engodo aos milhares de consumidores locais, o que pode constituir ilícitos tanto capitulados no Código de Defesa do Consumidor, assim como no Código Penal.

 

Macapá, AP, 23 de outubro de 2014.

SÁVIO PINTO

DPC - Presidente Adepol-AP

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